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Blog Altice Empresas

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Regresso ao (local de) trabalho

Regresso ao (local de) trabalho

Depois da pandemia provocada pelo coronavírus, responsável pela Covid-19, Portugal começou a sair do confinamento para tentar impulsionar a economia e permitir o regresso de alguma normalidade. Os receios de uma nova vaga ainda pairam sobre os portugueses, mas é importante abrir aos poucos os negócios e a vida em sociedade.

 

Nas empresas é importante seguir as recomendações da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e da Direção Geral de Saúde adotando medidas preventivas para evitar o contágio nos colaboradores e, consequentemente, à restante população. Desde que se iniciou o desconfinamento, as empresas têm sido confrontadas com uma série de desafios para conseguir passar deste período de trabalho em casa e regresso ao escritório.

 

A par dos receios relacionados, por exemplo, com o ar condicionado como fonte de propagação da doença, ou a limpeza e desinfeção dos espaços, existem ainda as questões familiares. E as empresas têm de conseguir lidar com esta nova realidade para evitar também a sobrecarga psicológica dos colaboradores. Se por um lado o teletrabalho funcionou bem, para a grande maioria das empresas, um regresso que descure os cuidados e preocupações com a segurança dos colaboradores pode significar uma quebra na produtividade.

 

Por isso, vale a pena olhar com atenção para os casos de sucesso que permitiram passar esta fase de confinamento sem grandes sobressaltos. Exemplos das empresas que já se encontram num nível de digitalização superior com a adoção de ferramentas que permitem dar continuidade à atividade mesmo à distância.

 

Ferramentas como o Microsoft Teams ou Skype, que permitem reuniões por videoconferência; uma estratégia de alojamento na cloud e uma política de reforço da colaboração, com a implementação do MS Office 365, vão ajudar bastante a dar o salto tecnológico que todas as empresas necessitam para fazer face ao presente e futuro.

 

Há também que adaptar processos e auxiliar os colaboradores a evoluir ao nível da formação e digitalização. E tudo isto deve ser feito tendo sempre em consideração que a vida profissional se cruza com a familiar e pessoal.

 

Voltar à normalidade

Com o regresso aos locais de trabalho, são normais os receios de todos com o aumento das probabilidades de contágio. O regresso aos transportes públicos, a permanência nos espaços comuns, a limpeza e desinfeção, a qualidade do ar. São algumas das preocupações que todos têm depois destes meses em regime de confinamento forçado.

 

Uma das situações que mais tem procupado os portugueses neste regresso ao trabalho é a deslocação nos transportes públicos. Para evitar as horas de ponta, as empresas são recomendadas a facilitar as horas para picagem de ponto, mas isto significa também um aumento do tempo que cada colcaborador passa em deslocações. Aliás, eliminar este tempo (que pode chegar a duas horas diárias por cada colaborador) é uma das vantagens apontadas, desde sempre, ao teletrabalho.

 

Com a chegada do calor a utilização dos sistemas de refrigeração nas empresas aumenta e nem sempre é um tema consensual. Há sempre as pessoas que sentem mais frios e as que ao mínimo aumento de temperatura sofrem com o calor. Mas, tirando estas particularidades, há uma coisa em que quase todos concordam: é sempre melhor o recurso à ventilação natural.

 

Essa é a orientação da DGS que recomenda o arejamento dos espaços em períodos regulares de 5 a 10 minutos para permitir a renovação do ar no interior dos espaços. Mas há situações onde esta prática é mais complexa. Empresas na cidade, onde o ruido do trânsito é mais intenso, em prédios de escritórios, tornam o recurso às janelas mais complicado.

 

Por isso, o ar condicionado será certamente utilizado. Os receios que este sistema contribua para a propagação do vírus é também ele contemplado nas orientações da Direção Geral de Saúde. Se com os aparelhos de ar condicionado split e multisplit (os mais usados em habitações) o ar refrigerado é o que se encontra no interior dos espaços (ou o que entra pelas janelas ou portas) sem que haja recirculação do ar para espaços adjacentes; nos escritórios e espaços comerciais é mais comum o sistema de condutas. Nestes casos, o ar é recolhido no exterior, arrefecido e depois distribuído pelos diversos espaços. Para poupar energia, estes sistemas permitem que o ar seja reaproveitado e espalhado pelos diferentes espaços.

 

Em edifícios maiores, pode acontecer que parte do ar interior seja recirculado entre os espaços, como forma de poupança de energia. Com a crise pandémica, a DGS recomenda que esta recirculação de ar seja desligada e que todo o ar que circula nos edifícios seja proveniente do exterior. Os sistemas estão tipicamente preparados para fazer face a esta situação. Outra recomendação prende-se com o aumento dos caudais e períodos temporais de ventilação, para que haja uma maior renovação do ar dentro dos espaços.

 

As regras são adaptadas à medida que se conhece a evolução da pandemia e o Governo poderá tomar medidas diferentes, por isso, para as empresas, que precisam de planear com antecedência, nada como definir uma estratégia própria, tendo sempre em conta as indicações das autoridades. Vale sempre a pena ter presente que a qualquer momento a situação pode mudar e a capacidade de adaptação de cada empresa provou ser determinante para manter o negócio, mesmo com o país debaixo de uma pandemia.

 

Por isso, este será o momento de olhar com atenção para o nível de digitalização da empresa e, caso não exista, criar ou afinar o plano de contingência caso surja uma nova onda pandémica. Ou simplesmente para dotar a empresa de mecanismos ágeis com capacidade de resposta imediata a qualquer situação.

 

Restam poucas dúvidas que estes últimos meses foram críticos para a produtividade das empresas e muitos negócios, em especial os sectores de hotelaria e restauração, sofreram bastante com a pandemia. Mas mesmo nestes negócios é preciso reinventar para que seja possível manter o negócio a funcionar, mesmo de forma reduzida.

 

Infelizmente estas situações nem sempre são possíveis de ultrapassar com medidas deste género e muitos restaurantes continuam por abrir, já que os custos de operação são elevados e não compensa abrir com as limitações impostas.

 

Mas esta pandemia provou que é preciso adaptação e a digitalização, a adoção de estratégias de encomendas online (ou por telefone) podem fazer a diferença. Por isso, apostar na presença online, através de um site preparado para comércio digital, é crucial para dar resposta a todos os clientes que procuram por serviços na Internet.

 

Ainda a telescola

Colaboradores com filhos entre os 6 e os 12 anos estão limitados já que as crianças nestas idades estão em regime de escola em casa até ao final do ano letivo. E quem esteve durante este período de confinamento nestas condições sabe que trabalhar e fazer os papéis de educador e professor em simultâneo tem sido um grande desafio.

 

Mesmo em casal, há momentos em que é preciso parar para dar atenção às crianças, às tarefas mais básicas como confecionar almoço, lanche, jantar, lavar e arrumar, auxiliar na casa de banho. Com uma média de duas sessões diárias através do Zoom, (há dias em que são três ou quatro) as crianças, mesmo as do primeiro ciclo, exigem uma atenção substancial que só através da divisão de tarefas e trabalho em equipa permitiram ao casal estar a trabalhar a partir de casa.

 

Nesta fase de desconfinamento, desde1 de junho, o Governo definiu que os trabalhadores com filhos entre os 6 e os 12 anos (bem como os que se encontram em grupos de risco) podem continuar em regime de teletrabalho. No entanto, há empresas que optaram por alargar este regime a todos os colaboradores, pelo menos, até setembro. A nível internacional há mesmo empresas, como Google ou o Twitter que falam de regresso apenas em 2021.

 

Por essa razão, para permitir um regresso gradual e cuidado, as empresas estão a adotar regressos progressivos, com equipas a funcionar em espelho e a implementar medidas de higienização das mãos, medição da temperatura, percursos definidos para circulação dos colaboradores, etc. As regras estão definidas pelas autoridades de saúde, mas cada empresa tem de saber também adaptar-se às particularidades que a definem. Segurança e higiene no trabalho será uma das áreas que estará mais em foco nos próximos meses.

 

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